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"Desde a primeira vez que ouvi Qinho cantar as minhas músicas, me emocionei. Qinho se apropria, veste as canções escolhidas como sendo dele, sem trair os meus sentimentos de origem. Fico encantada", Marina Lima.

"Qinho jamais canta Marina como se fosse cantor habituado a fazer covers. Há personalidade na abordagem e também fina sintonia entre as intenções do cantor e o espírito dessas músicas já enraizadas na memória pop do Brasil", Mauro Ferreira (Portal G1).

O álbum “Qinho Canta Marina” foi lançado pela gravadora Biscoito Fino em agosto de 2018 e já soma mais de 500 mil execuções no Spotify. O disco e o show renderam elogios da própria Marina e da crítica especializada (eleito o 3º melhor álbum de 2018 pelo site Embrulhador).

Qinho é cantor e compositor, desenvolveu sua trajetória artística no Rio de Janeiro, onde lançou três álbuns autorais, criou bandas, festivais e projetos diversos, sendo um dos artistas mais articuladores da cena independente da cidade. Aos 35 anos, o carioca acaba de se mudar para São Paulo.

Ao longo de 15 anos de estrada, Qinho participou de festivais como Back2Black, SWU, Festival Faro MPB, MECA, Festival Path, entre outros. Além de ter figurado no line up do “Ano do Brasil em Portugal”, em 2013, quando se apresentou em Lisboa, no Porto e também em Londres. Dividiu o palco com grandes nomes da música brasileira como Luiz Melodia, Adriana Calcanhoto, Jards Macalé, Marina Lima, Mart’nália, Fernanda Abreu, além de também ter colaborado com pares de geração como Duda Beat, Rubel, Marcelo Jeneci, Mahmundi, Letrux, entre tantos outros.

Produziu uma faixa (“O que Ficou”) e foi parceiro em duas (“O Que Ficou” e “Por Quem”) no álbum “Amor Geral” (Sony, 2016) lançado por Fernanda Abreu, encerrando um hiato de 10 anos sem lançamentos inéditos da cantora. Sua canção “As Voltas” foi gravada pela cantora Mahmundi, em seu mais novo disco “Para Dias Ruins” (Universal), e também pela cantora e pianista Maíra Freitas (filha caçula de Martinho da Vila), em seu disco de estréia lançado pela Biscoito Fino. Teve sua versão para “Qualquer Coisa” incluída na coletânea “A Tribute To Caetano Veloso”, lançada pela Universal com distribuição internacional. A compilação comemorativa dos 70 anos de Caetano, teve regravações de nomes como Devendra Banhart, Beck, Seu Jorge, Rodrigo Amarante, Tulipa Ruiz, entre outros.


Qinho Canta Marina

O repertório do show é calcado nos grandes sucessos compostos e/ou lançados por Marina nas décadas de 80 e 90. Por isso, qual seja a situação em que o show aconteça, é garantida a receptividade do público, que canta junto e se emociona ao longo de toda a apresentação.

Qinho, com o auxílio dos parceiros Gui Marques (teclados, programações e baixo synth) e Carlos Sales (bateria), emprestou sua sonoridade contemporânea ao universo já vanguardista das canções de Marina. A combinação foi exaltada pela própria, que participou de shows deste projeto no Rio e em São Paulo, além de assinar texto no encarte do CD em que destaca a performance vocal do cantor e sua habilidade em repaginar o repertório, sem nunca perder a essência original das composições.


Repertório do álbum Qinho canta Marina:
À FRANCESA (Claudio Zoli / Antônio Cícero)

NADA POR MIM (Herbert Vianna / Paula Toller)

ACONTECIMENTOS (Marina Lima / Antônio Cícero)

ME CHAMA  (Lobão)

UMA NOITE E ½  (Renato Rocketh)

FULLGÁS (Marina Lima /Antônio Cícero)

CRIANÇA (Marina Lima)

VENENO (VELENO) (Polacci / Versão: Nelson Motta)

CHARME DO MUNDO (Marina Lima / Antônio Cícero)

VIRGEM (Marina Lima / Antônio Cícero)

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